segunda-feira, 20 de outubro de 2014

DOIS DIAS DE MUITOS SABERES!

DIA 16 E 17 DE OUTUBRO NA ILHA DA MAGIA 

SEMINÁRIO DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL
UFSC E UNISUL - 2014
Na sala 621, no Centro de Ciências da Educação e Comunicação, apresentação do Projeto Boca de Leão.

Eu e a professora Natália Rigo nos apresentando para iniciar a apresentação do projet.
 Prof. Natália abrindo a nossa apresentação.
 Eu na apresentação do histórico da Oficina.
 Exposição das ações desenvolvidas a partir de 2012 aos dias atuais, até 2015.
 Professora Natália relatando as experiências vivenciadas pelo Grupo Boca de Leão e sua participação como integrante do mesmo.
 Eu relatando sobre a metodologia das nossas ações: estudo e pesquisa por meio de leitura e análise da narrativa, incluindo uma das técnicas de criação literária (Objeto inspirador) no processo de escrita consciente e criativa, as atividades voltadas à prática da oralidade e os segredos da narrativa, nossos eventos votados à contação de histórias na Biblioteca Pública de SC e pela comunidade, as oficinas propiciadas ao grupo com a vinda de outras ministrantes como Cléo Busatto, Irene Tanabe e outras que estarão nutrindo o Grupo Boca de Leão futuramente, como: Clarice F. Caldin (Professora da UFSC) e ainda conseguirei trazer Marina Colasanti.
Durante a exposição do projeto boca de Leão, falamos sobre quatro proposta de Oficinas para 2015. 
Ao final da quarta apresentação, a coordenadora da sala abriu a roda de debates. Todos solicitaram informações sobre o que ouviram, em especial sobre a proposta para 2015. Nossa apresentação foi um sucesso.

Eram 16h na Ilha da Magia - Tarde que ficou nublada após muito Sol. De volta para casa, registrei a nossa ponte de dentro do ônibus.
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 No dia 17, acordei refeita e fui passear de triciclo na Beira-mar de São José e fotografei o padroeiro dessa antiga cidade.
Preste atenção na mão do menino!

O menino parece estar à procura do passarinho.
Este monumento tem mais de 4 metros de altura. Já foi danificado uma vez por moradores vizinhos e sem noção do estrago causado ao patrimônio público. Após a ação de vandalismo, colocaram o monumento nas alturas.  

Neste mesmo local, na minha infância, eu me banhava e brincava com os botos que vinham até a beira do mar. Era a festa da criançada. Ninguém tinha medo deles.

 Alguns adultos diziam que os botos vinham para proteger os banhistas e quando alguém se afogava, eles vinham e empurravam a pessoa para a beira da praia.

Depois que construiram essa Beira-mar, com o aterro, os "botos" sumiram, a população cresceu e passaram a colocar os seus esgotos no mar, poluindo o local onde antes os peixes eram fartos, os moluscos como: berbigão, conchas, ostras e até os camarões que surgiam nas possas da maré seca, sumiram.

Com as novas construções, a nossa antiga praia de São José já não é mais favorável aos banhos de mar que antigamente eram frequente pelos moradores locais e bairros vizinhos.

Infelizmente, o progresso sempre vem para melhorar em partes a vida do próprio homem. 

E a natureza sempre fica sem respostas. Ela morre aos poucos.

Onde antes eu me banhava, hoje não posso colocar nem a ponta dos dedos dos pés. O risco de contaminação é 100%, porque os hotéis e os moradores de São José insistem em jogar os seus dejetos no mar.

(Fotos e textos de Claudete T. da Mata)