terça-feira, 28 de abril de 2015

Dia 28.04,2015: Grupo Literário Boca de Leão, na Biblioteca Pública de SC - Tarde e Noite!

Hoje no período da Tarde (das 15h às 17h) e da Noite (das 19h às 20:30min), 

Albertina Saudade Fonseca substituiu Claudete T. da Mata e fez um belíssimo trabalho. As imagens não negam o prazer estampado em cada rosto, sorriso e olhar.

A Tarde, Albertina, Saray, Natália e Dora, leram sobre a japonesa Sadako e Albertina as ensinou a fizer o Tsuru que bate asas - foi um momento de aprender como dobrar papel com a alma.

Natália falou do "Jogar no papel com a alma" e leu o conto criado por ela no encontro anterior. 

Saray Martins sempre participativa e analítica. ela estimula o nosso imaginário com as suas observações, suas críticas, seu saber... Como eu desejei estar neste momento para ver a Dora Duarte brincar com o imaginário por meio da arte de dobrar papeis. Ela está bem concentrada. Certamente, vai levar este momento até a Biblioteca da Vó dora lá no Bairro Areias do Campeche, para o encanto das suas crianças.

Que grupo lindo. Todas concentradas a deixar fruir a arte de suas mãos - mãos que muito contaram nesta tarde única. Gostei do tsuru rosa da Natália. Dora, relata Albertina: quando viu a foto do lenço, terço..., fez uma história que foi gravei. Ela sabia que o encontro era dos escritores mas aconteceu um abraço entre as duas formações continuadas, onde escritores e contadores levaram o Tsuru para fazer uma história e trazer na próxima aula.

À Noite (da esquerda à direita) podemos ver mais um momento lindo e único: A Beatriz escolheu fazer um tsuru verde, a Aparecida Facioli encantada com a aula de hoje e a nossa Leoa Luciana encantada com o seu tsuru rosa (A nossa Lú retornou à Matilha de Leões - VIVAAAAAAAAAAAAA...).

A Leoa Idê Bitencourt hiper concentrada na leitura sobre Sadako. É uma história real que nos faz ver o encanto das crianças, de fora e de dentro de nós. A Vó Cida fica de olho na Beatriz Campos. E assim ela vai aprendendo!

Uma cena cheia de alma jogando no papel o imaginário a ser escrito em casa. Aqui é o momento de brincar com os elementos que vão ganhando vida ao sair do coração. 

Quem não joga de dentro para fora com o coração, não consegue jogar no papel com a alma, viu Natália?

A Idê Bitencourt, com o papel verde limão, imagino que esteja falando: 

- Agora vou fazer o meu tsuru!!!

A Idê trocou de cor? É assim, de repente outra cor nos escolhe, mas sempre imaginamos ser nós o dono da escolha.

À noite, a Beatriz, a Idê e a Luciana e a Cida. Albertina entregou às leoas presentes, 3 textos para lerem em casa. Depois ela envia-me os textos por e-mail.

ALBERTINA SAUDADE FONSECA, EXPRESSO A VOCÊ MINHA GRATIDÃO POR TERES ME SUBSTITUÍDO E ME OFERTADO TAMANHA GRANDEZA DE ALMA CHEIA DE PROFISSIONALISMO E UMA HOSPITALIDADE HUMANA DE CHEIA DE ALMA E CORAÇÃO!
Só tenho a Agradecer ao maior Escritor e Contador de Histórias que a Humanidade já teve. E Ele está sempre entre nós!
(Claudete T. da Mata)