domingo, 24 de maio de 2015

Dia 15 de Maio: Últimos detalhes vistos e revistos para a Apresentação no Dia 16 de Maio - Uma Homenagem às Mães!

"Saúdo todos aqueles que sabem que a tradição verdadeira não pode jamais ser confundida com repetição ou rotina; que nela nós não cultuamos as cinzas dos antepassados, mas sim a chama imortal que os animava."
Ariano Suassuna

Cheguei na Casa de Asas, aproximadamente às 14h e lá estava a Vó Cida no Setor Infantil com o seu notebook. Nesse dia, o Evandro Jair Duarte fez o blog da vovó Aparecida Facioli. Ela estava no TLEC TLEC, na frente de seu notebook mostrando as suas criações. Falei à ela que conversasse mais com os leitores sobre as suas criações. Assim fica mais gostoso.

Sempre aproveito para conversar com os nossos leitores, nossos amigos de sempre. Até fico imaginando um pouco de cada um, o que fazem, onde vivem, o que pensam sobre o que escrevemos nos palcos da Vida, o que fazemos fora do palco, o que mostramos em fotos e vídeos...
Nesse dia, além de conversarmos sobre as nossas preferências ligadas aos nossos estilos narrativos oralizados, também trocamos ideias sobre figurino que nos levou à muitas reflexões... Sempre levo ao grupo algo que Eu tenha feito e neste dia levei o "macacão lúdico" para narrar histórias.
Até arranjei um jeito de me fotografar com o meu novo figurino, que ao voltar para casa recebei mais elementos de animação do olhar de crianças e adultos. A história que inaugurou o meu cacacão, foi: O menino que tinha rabo!

No dia 15 de maio, Idê, Cida e Albertina fizeram um belo ensaio e mostraram-se umas contadoras de histórias encantadoras do imaginário.

Albertina foi a primeira a ensaiar o conto de sua autoria: "O Quadrado!", depois de lê-lo para uma apreciação do Grupo.
Sendo o tempo muito curto para a autora memorizar o conto (O Quadrado), ele seria narrado por meio de leitura mediada, no dia 16 de maio (como foi de fato) e animado por Albertina (autora), conforme mostram as imagens.
 Começa assim: 

O Quadrado quis um dia...
 
  Ter uma vida diferente...
Entre risos e bolhinhas...

 Depois da autorização de Albertina, autora deste conto, insiro o texto integral.
 Por hora, as imagens são tão belas quanto a narrativa oral e textual.
 Juntaram-se...
E formaram uma... 
O Sol nasceu entre eles... 
 Então, beijaram-se, abraçaram e ...


 
 Uma estrela no Céu...
Albertina reproduz o som de uma estrela subindo... lindo de ver e ouvir.
 
 Uma Estrela no mar...
 [...] Depois...
Saíram a passear...
[...] eles pensaram... 
 
E voltaram a ser quadrado!!! 
Após este ensaio, veio a vez de Albertina ensaiar a "Lenda dos Mil Tsurus", que fala sobre a japonesinha Sadako, e coloco as fotos do ensaio dessa história da história, para ilustrar o que consegui colher nas minhas leituras. Albertina, após entrar em cena, vai anunciando: 

- Sou uma viajante. Viajei por África... cheguei ao Japão, lá no outro lado do mundo... É quando ela aponta para o chão, com sua sobrinha japonesa aberta, a coloca no chão, pega Sadako e inicia a narração com o texto de sua autoria.

O texto apresentado não é o que foi narrado, mas é o universo contextual da história.

Ouvindo a contadora Albertina e pesquisando sobre esta história que, muito afetou a vida lá no Japão e uma boa parte da humanidade atingida pela bomba de Hiroshima, descobri que o Tsuru é uma ave, da espécie dos grous - As esquecidas Cegonhas, que no passado fazia parte do imaginário das famílias que diziam: 
- Logo logo a cegonha vai trazer um nenê pra gente. Na minha meninice foi bem assim que conheci a Cegonha e quando ela passava, eu gritava:

- Cegonhaaaaaaaaa... traz um nenê pra mim., nativa do Japão.

Ninguém sabe desde quando existi esta lenda lá no Japão, que diz:

- Aquele que fizer mil tsurus de origam, terá o seu pedido atendido pelos deuses. Mas essa lenda ficou mundialmente conhecida com a triste história de da menina chamada Sadako Sasaki.

Sadako nasceu em Hiroshima e tinha apenas dois anos de idade quando os americanos lançaram a bomba atômica sobre a cidade. Ela vivia distante do epicentro da bomba e juntamente com a mãe e o irmão, saiu ilesa do ataque. Mas consta que durante a fuga, eles foram encharcados pela chuva negra (radioativa) que caiu sobre Hiroshima ao longo daquele dia fatídico.
Retomando suas vidas após o término da guerra, Sadako e sua família viviam normalmente e ela era uma garota aparentemente saudável até completar doze anos de idade.

 

 
 
 Em janeiro de 1955, durante uma aula de educação física, Sadako, que adorava corridas, e depois de receber uma medalha, chegando em casa ela sentiu-se mal, com tonturas. 
 No início, ela mesma achou que fosse do cansaço... 
 Persistindo o mal-estar, os pais a levaram para o hospital.
 Sadako teve que ser internada. Ela não estava nada bem. (Estou narrando conforme a leitura que fiz e o que ouvi durante o ensaio)
Os dias se passaram e novamente o mal-estar fez com que Sadako caísse no chão, sem sentidos. Socorrida e levada ao hospital, dias depois surgiram marcas escuras em seu corpo e o diagnóstico foi de leucemia, um doença que já estava matando outras crianças expostas à bomba. No hospital, Sadako recebeu a visita dos amigos...

Na época a leucemia era até chamada de "doença da bomba atômica" e sua melhor amiga, Chizuko Hamamoto foi visitá-la no hospital. 
A Chizuko fez uma dobradura de tsuru e presenteou Sadako, contando-lhe a lenda dos mil tsurus de origami. 

Sadako decidiu fazer os mil tsurus, desejando a sua recuperação. Mas a doença avançava rapidamente e Sadako cada vez mais debilitada, prosseguia dobrando lentamente os pássaros, sem mostrar-se zangada e sem entregar-se.
 
 Em dado momento Sadako compreendeu que sua doença era fruto da guerra e mais do que desejar apenas a sua própria cura, ela desejou a paz para toda a humanidade, para que nenhuma criança mais sofresse pelas guerras. Ela disse sobre os tsurus: 
- Eu escreverei PAZ em suas asas e você voará o mundo inteiro. 
 
 Ele vai voar...
 E Sadako fez todos os tsurus que pode...
 Por fim, numa manhã de de Outubro antes de seu falecimento, Sadako montou seu último tsuru e, amparada por sua família. 
Ela não conseguira completar os mil origamis. 
Mas seu exemplo tocou profundamente seus colegas de classe e estes dobraram os tsurus que faltavam para que fossem enterrados com a Sadako. 

Tristes e sensibilizados, após o sepultamento da Sadako, os colegas decidiram fazer algo por ela e por outras tantas outras crianças que sofreram o mesmo. Formaram uma associação e iniciaram uma campanha para construir um monumento em memória à Sadako e à todas as crianças mortas e feridas pela guerra. Com doações de alunos de cerca de 3100 escolas japonesas e de mais nove países, em 1958, foi erguido em Hiroshima o MONUMENTO DAS CRIANÇAS À PAZ, também conhecido como Torre dos Tsurus, no Parque da Paz.
O monumento de granito simboliza o Monte Horai, local mitológico, onde os orientais acreditam que vivem os Espíritos. No topo do monte está a jovem Sadako segurando um tsuru em seus braços estendidos. Na base do monumento estão gravadas as seguintes palavras: 
Albertina Saudade conta a história de Sadako, com a alma. É lindo de ver e ouvir.

"Este é nosso grito,
Esta é nossa oração:,

PAZ NO MUNDO!"


Todos os anos, milhares e milhares de tsurus de papel colorido são enviados de toda parte do Japão e do mundo, num gesto de carinho que demonstra também a preocupação das crianças e o poder delas de trabalhar por uma causa justa.

E Sadako deixou seu exemplo para a posteridade, num gesto de devoção e amor ao próximo, desejando "um mundo melhor, sem guerras.


Depois deste ensaio, chegou a vez da contadora de histórias Idê Bitencourt com o conto de sua autoria: Chiquita.
 Chiquita era uma cobra verde...
 Chiquita vivia no seu castelo...
 Dona marreca saiu para...
 Dona marreca deixou seus ovos aos cuidados da sábia coruja... disse:....
 Chiquita...
 Que belos... são os que..
 A sábia coruja...
 Chiquita, ao ver... saiu de...
 Dona marreca...
 A contadora foi fazendo uso do que havia aprendido!
 Fazendo uso de seus movimentos, foi retratando cada momento da história no seu devido tempo.
 Fez uso da consciência corporal, trabalhando muito bem os tipos de voz e sua projeção.
 Viveu e deixou evidente cada etapa da história.
 Enquanto isso, dona marreca...
 Foi lindo de ver, ouvir e imaginar.
Enquanto eu apreciava o conto da chiquita, ia imaginando O menino que tinha rabo - o rabo já estava dentro de um dos bolsos do meu macacão.

Eu já parecia o próprio "menino".

Temos na nossa Matilha algumas contadoras que gostam de narrar com recursos concretos: A Albertina Saudade Fonseca é apaixonada por Histórias animadas com Origami, A Aparecida Facioli prefere os bonecos, A Idê Bitencourt prefere a narração mais tradicional, entre outros contadores do nosso meio, aqueles que preferem as formas abstratas e física, de animar as histórias. Uma delas é o próprio corpo, a voz... Dentre elas, não podemos esquecer das expressões faciais que podem apagar um momento especial, proposto por nós mesmos, enquanto deixamos os elementos concretos, de repente, pendurados por nossas mãos a segurar algo enquanto o nosso corpo toma conta da cena. Então, é preciso ter aquele momento de parada para pensar:

"Se coloco os bonecos em cena, preciso ser neutro enquanto lhes dou Vida a lhes emprestar minhas vozes, minhas expressões, meus movimentos a eles enquanto atuam. Preciso ter a consciência de que o momento é deles. Então, até meu rosto, caso não consiga esconder-se sem nada, precisa estar coberto, mesmo sob as abas de um chapéu. Preciso me cuidar por inteiro(a) para não carregar elementos desnecessários, desses que entram em cena sem dizer nada, mas que ficam a cutucar a leitor do ouvinte, a roubar o encanto do contador..."

Quando o contador de histórias faz uso da manipulação de bonecos, ao entrar no jogo narrativo, quando já se apropriou do contexto da histórias, as brincadeira com as palavras vão fluindo e levando o público ao encantamento. É quando, de repente, numa explosão de risos e gargalhadas, movimentos corporais vão surgindo a cada tempo da narração. Então, os objetos de animação não podem ficar em segundo plano enquanto o narrador lhes empresta a Vida em cena. Ao buscar pela neutralidade e deixar o boneco em primeiro plano - além de emprestar sua voz e suas mãos que movimentam o Ser que ganha Vida, não há quem não diga:

- Ele parece de verdade. Fala e se movimenta, suas expressões, todos os seus trejeitos parecem reais. São reais!

Era, assim como sempre foi e falo ao ver um contador-bonequeiro entrar em cena com o seu companheiro. Os dois, cada qual no seu tempo, ganham espaço e evidência.

Salvo os momentos em que o contador-manipulador não consiga esconder suas expressões na hora do boneco. Ou então, sem saber, se sente em segundo plano se não aparecer mais que o próprio boneco contador. 

Contador-bonequeiro é aquele que sabe ser neutro quando é preciso, então, esconde o rosto (do contador) por ter a consciência de que precisa estar oculto. Seja embaixo de um chapéu, um capuz de uma veste neutra (de preferência: cor preta) que o esconda enquanto o boneco fala. Caso contrário, o contador-manipulador (contador-bonequeiro) passa a ser a atração enquanto o boneco fica sem o devido sentido. 

Animar histórias retratadas por elementos e sua manipulação, precisa de técnica e ter sua arte no corpo dos bonecos.

Quem deseja contar histórias com bonecos, precisa saber da importância do aprendizado das técnicas de manipulação antes de levar o seu fazer em público.

Faço esta observação pela preocupação com os contadores da Oficina Literária Boca de Leão que, sem as técnicas necessárias, com ou sem elementos de animação, precisam ouvir e ver para fazer uma história acontecer. Assim, poderem dar lugar aos momentos da história e do seu próprio corpo, com ou sem bonecos na "arte de contar histórias animadas". 

A animação, de repente, está num simples gesto do contador. 

A partir do dia 26 de Maio/2015, darei início a oficina de formação de contadores inserindo a arte do contador-bonequeiro, para os contadores interessados pela "Arte de Narrar com Bonecos contadores de Histórias". E, deste dia por diante, vamos começar a usar o chapéu antes de levar os bonecos ao público. Outro momentos importante, também vão ser exercitados, como: uso de microfone de mão, lapela e auricular, um simples pedaço de pano.

Nossos encontros de formação de CONTADORES DE HISTÓRIAS passa a inserir a ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS ANIMADAS COM BONECOS, acontecerá sempre nas terças-feiras, das 19h às 21h30, na CASA DE ASAS - BIBLIOTECA PÚBLICA DE SANTA CATARINA (BPSC/FCC), em FLORIANÓPOLIS. QUINZENALMENTE.


Todas as mensagens que levo à Matilha Boca de Leão, por meio de uma simples frase, que seja, servem para auxiliar a todos, cada qual no seu estilo, à criação de repertórios de histórias a serem narradas, não é uma tarefa fácil. É necessário a efetivação de pesquisas e estudos para inovar e surpreender o leitor/ouvinte.
Histórias contadas com animação de objetos permitem o acesso aos novos níveis de criação, estimulando mais e mais o imaginário do contador criativo e lhe permite à abertura para o desenvolvimento de uma narrativa mais poética. 
Na Oficina Literária Boca de Leão vou apresentando um leque de possibilidades com o apoio de recursos teatrais com a inclusão de objetos na arte de contar histórias, além de bonecos, propriamente dito, onde todos conseguem relacionar o que estas as linguagens possuem em comum.
Estávamos conversando quando chegou a nossa Vice-Presidente da Academia Brasileira de Contadores de Histórias (ABCH) para fazermos o planejamento da ordem das apresentações da "Roda de Histórias" no Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis/SC/BR.

PROJETO DA FUNDAÇÃO CATARINENSE DE CULTURA: LEVANDO MINHA MÃE AI CINEMA

Noa dia 15/05/2015 organizamos o planejamento, foram dadas todas as orientações para Abertura da Roda de Histórias, a qual seria feita pela Presidente de Honra da  ABCH: Claudete T. da Mata, em seguida a Vice-Presidente da ABCH: Cristina Magdaleno Lopes, que entraria cantando um dos poemas de Carlos Drumon de Andrade que foi musicado por Milton Nascimento no século XX.

Seria, como foi: Uma entrada seguida da fala da Presidente de Honra, sendo acompanhada das Acadêmicas que a seguiriam até o palco, quando dariam início à cantoria de Boas-vindas ao público. Após  a Entrada de Boas-Vindas, todos foram orientados sobre as Entradas e Saídas de cada Acadêmica (do palco), onde iriam entrando com uma música ou uma frase (poema, quadrinha...) o que preparasse antes de iniciar a sua histórias. Em seguida, ao ficar tudo bem combinado, foi feita a composição de duas músicas (em grupo) incentivada por Cristina Magdaleno Lopes - uma para entrada entrada das contadoras e outra para encerrar a nossa Roda que aconteceu em duas sessões, com público diferente. 

Após alguns momentos, chegou a nossa Vice-Presidente no auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina, para organizarmos o dia a "Roda de Histórias": saídas e entradas no palco, Cristina Magdaleno Lopes iniciaria (como iniciou) a Roda de Histórias entrando pela plateia, acompanhada pelas demais contadoras, cantando a "Canção Amiga", um poema no qual Drummond expressa o ideal de construir uma poesia capaz de despertar a consciência dos adultos e servir de canção de ninar para as crianças."

Descobri vasculhando um site (http://www.drzem.com.br/2009/11/cancao-amiga-carlos-drummond-de-andrade.html), que Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira (município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do Brasil), em 1902, e nos deixou em 1987, quando viu sua poesia ser imortalizada como canção na voz de Milton Nascimento. Se ele estivesse conosco ficaria feliz ao ver o sorriso das mães e a felicidade estampada nos seus rostos na sala de cinema do Centro Integrado de cultura em Florianópolis/SC.

COLOCAR FOTO...
Canção Amiga
Milton Nascimento
Carlos Drummont de Andrade


Eu preparo uma canção

em que minha mãe se reconheça,

todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me vêem, eu vejo
e saúdo velhos amigos.
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Aprendi novas palavras
e tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.

Em a Vice-Presidente da ABCH compôs conosco, a música seguida um Refrão de Boas-vindas para cantar depois da entrada das acadêmicas, no palco:


Vem as Crianças e as Mães

Vem as crianças
E as Mães,
Os Acadêmicos pra cá contar
As histórias e os contos
Pra este Dia celebrar...


Sejam Bem-vindos,

Tindo le lê... (Bis)
Sejam Bem-vindos
Tindo la lá... (Bis)


Sair do palco, em grupo, cantando o Refrão da música do compositor e canto chileno "Pollo":



"Conta 1

Conta 2
Conta 3,
Mil histórias pra vocês...


Conta 4

conta 5
Conta 6,
Era uma vez...

Cada contador, antes de iniciar a sua narrativa, cantaria um verso, recitaria um poema ou uma frase às mães presentes na plateia.

A contadora de histórias Cristina Lopes iniciou sua narrativa com uma cantoria de domínio público, cantada na Ilha de Santa Catarina. Após a cantoria que encantou a todos, narrou o conto de domínio público: O Pescador.

E no dia 16 de maio, chegamos ao cinema, no Centro Integrado de Cultura de Florianópolis, narramos histórias a convite da FCC, em comemoração ao mês das mães, no projeto: "Levando minha Mãe ao cinema". Depois estarei postando tudo o que aconteceu nesse dia de muita magia e encantamento para mães, filhos e os pais que acompanharam a família e voltaram a ser criança.

Precisamos estar afinados nas nossas práxis para, em breve, levarmos o nosso projeto (Ciclo de Histórias nas Casas) às Casas da FCC.

(Claudete T. da Mata)

Casas administradas pela Fundação Catarinense de Cultura - FCC