segunda-feira, 20 de julho de 2015

04 de Julho - Abertura Oficial do Evento "Tempo de Histórias" - Segundo Projeto da Academia Brasileira de Contadores de Histórias - ABCH

Nossa Vó Osmarina Maria de Souza, toda orgulhosa, antes de entrar em cena correu para este registro - Nosso primeiro banner de divulgação do segundo projeto da nossa Academia. Ela ficou toda orgulhosa. A Vó da nossa ABCH vai completa 86 em 17 de novembro. 
Antes das 14 horas do dia 04 de julho, chegaram no CIC a Vó da Academia, a Acadêmica Imortal Vó Osmarina Maria de Souza, que ao chegar foi conhecer o banner de divulgação do evento, que está no ambiente externo do CIC. E, juntamente com uma amiga do Grupo de Poetas Livres, sempre a prestigiar os eventos da ABCH, as duas seguraram com muito orgulho o nosso grande Banner que vai ficar até o final de 2015, na parede externa do CIC onde todos vão ficar sabendo da nossa existência - ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS E SEU EVENTO "TEMPO DE HISTÓRIAS, com APRESENTAÇÕES MENSAIS NO CINEMA DO CENTRO INTEGRADO DE CULTURA (CIC), EM FLORIANÓPOLIS/SC! Entretanto, a minha felicidade e encantamento foi tanto, que fomos até a cozinha de eventos, para mostrar a arte feita por nossa Vó e sua filha Soninha - Uma artista que transforma o real em figurativos de lamber os beiços. Fiquei encantada.
Este é o bolo da três aniversariantes: 02 de junho - 1 ano da ABCH, agora por minha conta: 13 de junho - Meus 57 anos e 04 de julho - Aniversário da Madrinha da nossa Academia. A terceira menina não seria Eu, seria a Patrícia Karla Firmino (Administradora da Biblioteca Pública de SC) Acadêmica e Primeira Tesoureira da ABCH, porém, na falta de sua ilustre presença, comunguei este momento ao apagar a velinha junto com a nossa Madrinha, em silêncio, apaguei a velinha em homenagem ao dia em que minha mãe me trouxe ao mundo, sem que ninguém soubesse. Mas agora, depois de lerem esta parte da história deste dia 4 de julho, todos vão saber o que fiz para mim. E quando todos cantaram os PARABÉNS, cantei também para mim - comemorei em silêncio o dia 13 de junho, data em que minha mãe me trouxe a este mundão cheio de coisas boas.
A nossa vozinha explicando a origem da ideia das bruxinhas, das meninas e do caldeirão. Vejam na filmagem e digam, ela é ou não é uma vovozinha dos contos de fadas?
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Ela estava numa felicidade de dar vontade de pegá-la no colo e apertá-la muito. Assim como se faz com uma criança mimosa, delicada, cheia de amor pelo que faz e repleta de imaginação no fazer o que lhe toca o coração. Ela e sua filha Soninha são artesãs da gastronomia doce de lamber os beiços de qualquer Ser. As duas, deram os dois bolos de aniversário para a nossa Festança. A bruxinha maior foi feita para a nossa Madrinha, que não acreditou ao ter que cortá-la para que todos os convidados a saborear-se. 
 Tive ou não tive todos os motivos para me encantar?
Um bolo cheio de estilo, com a nossa bruxinha-madrinha a ler uma frase universal: Era uma vez...  Academia Brasileira de Contadores de Histórias...
A Vó apontando outra bruxinha - Eu ao lado das três meninas: ABCH, Maria Teresinha Debatin e Patrícia Karla Firmino, que não conseguiu estar conosco. Os amigos a levaram para outro lugar onde festejaram o seu aniversário. Ela merece todos os festejos. Foi a Patrícia que abriu a nossa primeira porta. Também sou grata a ela. Lembro-me do dia em que levei a ideia de fundar uma Academia de Contadores de Histórias. Ela achou interessante. E quando alguém acha minhas ideias interessantes, ou alguém me traz uma igualmente interessante, logo trato de colocá-las em prática. Foi o que aconteceu com a ideia da nossa Madrinha - sacudi o imaginário das demais acadêmicas e cá estamos. 
As duas amigas, na cozinha de eventos da FCC, não viam a hora de entrar na sala de cinema do CIC, para a Abertura Oficial do Evento "Tempo de Histórias", segundo projeto da ABCH, que recebeu este nome após a Reunião de Diretoria, realizada no dia 09 de junho/2015, nome sugerido pela acadêmica imortal e Madrinha da Academia, Senhora Maria Teresinha Debatin, que muito tem contribuído com as propostas de trabalho da Academia. Ela abriu as portas do CIC, para a cultura da oralidade por meio da arte de contar histórias à todas as idades, com entrada gratuita. Agora a comunidade de todas as localidades podem ir ao cinema do CIC, sempre no primeiro sábado de cada mês para ouvir, viajar no mundo da imaginação e se encantar com as histórias levadas pelos acadêmicos e os convidados da ABCH.
Enquanto a Bruxa da Mata preparava o ambiente festivo, o Violinista Manoel estava a se preparar para as apresentações. 
 
A Presidente de Honra, Senhora Claudete T. da Mata oficializou a abertura do "Tempo de Histórias" na companhia da Madrinha da Academia, Senhora Maria Teresinha Debatin, que muito se alegrou e até se emocionou com as surpresas da tarde deste dia. Nesse dia também comemoramos o aniversário de 1 ano da ABCH (02.06.2014) e o aniversário da Madrinha da Academia.
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Albertina Saudade Fonseca a fazer a mediação de leitura animada do "Meu Amigo Mosquito", conto do "Livro Cauda de Serpente Asas de Dragão", autoria da escritora Giovanna Artigiani. Ao fundo, o nosso Violinista a dar o toque de magia a banhar a plateia.
Em seguida, entra Mariani Aparecida da Cunha, com o conto de domínio público: "O Bicho Folhagem". Sua performance foi espetacular. 
Este bicho, ora folhagem, ora macaco, encantou a todos com todos os desenhos bailando no imaginário da plateia.
Depois do Bicho Folhagem, entro Saray Martins com o conto de sua autoria: Histórias de Una - narrada uma parte da histórias onde tem uma vovó com cheiro de manjericão e um vovô com dedos de quindim. Dedos que crescem sempre que são saboreados. são dois vovôs muito especiais. 
Logo entra a Vó Cida (aparecida Facioli) com o conto de sua autoria: "O Peixinho Azul". Fala sobre as travessuras de dois amigos de infância, no tempo da meninice dos dois. Um segredo revelado após anos... E a Vó Cida entra de menino.
A contadora de histórias, Léa Palmiro da silva, também encantou a plateia com um conto africano, de domínio público, onde tem uma princesa muito especial.
Também teve a entrada do Curupira a narrar um conto de Franklin Cascaes: a história do Seo Euclides, que ensina uma reza para espantar bichos peçonhentos. Aparece até a mulher do Seo Euclides, interpretada pela atriz Agustina Fernández - integrante da Oficina Literária Boca de Leão. A contadora e manipuladora do Curupira, Cristina Magdaleno Lopes, Vice-Presidente da ABCH não sabia deste detalhe, ao chamar Agustina para contracenar com o Curupira. Foi um espetáculo!
O nosso Violinista interpreta o Seo Euclides.
Após a saída do curupira, senti uma vontade louca de entrar - E entrei dentro do pilão da Baba Yaga, a bruxa da antiga Rússia - aquela que gostava de roubar o coração do fogo das casa do reino do tsar que vivia com a sua filha Natália e todos os súditos que o amavam. É um conto da tradição russa
A Baba Yaga tenha uma fome de comer até um cavalo inteiro, com pelo e tudo.
Até ratos serviam de sobremesa. E, nas sextas-feiras, ela sentia fome de comer gente. Mas nunca conseguia saciar essa vontade. Depois de comer, a Baba Yaga caia num sono profundo.
Andrea Dias levou ao público o conto de domínio público: "A Árvore Generosa", que mostra o afeto entre um menino e uma árvore. Também, o quanto os dois conseguiam doar um ao outro.
As crianças curiosas, viram e tocaram o rato que nesse dia a Baba Yaga não conseguiu comer.
Uma parada para um retrato. Eu estava a agradecer ao Grande Criador de todos nós e dos nossos feitos.
A nossa Madrinha toda faceira entre as amigas.
Na segunda sessão - continuidade da primeira, pois nessa tarde, ainda tinhamos que ir ao nosso coquetel de muitas homenagens.
O Poeta Sinval, do Grupo de Poetas Livres, também subiu ao palco e narrou uma das suas histórias de vivência na Ilha da Magia/SC. Este poeta é um grande Amigo da nossa Academia.
Nós com a chegada da Presidente Executiva da ABCH, Tania Meyer, ficamos com dois violões em cena. Tudo de bom para agraciar mais ainda o nosso imaginário. Até o nosso representante do Patrono da ABCH: Franklin Joaquim Cascaes veio estar conosco.
Seo Frankolino, com a atriz e amiga da ABCH, Andrea Hill, narrou a história da Carriça, uma bruxa da Ilha de SC, do tempo em que Franklin Cascaes ainda corria todos os lugarejos à procura das histórias fantásticas, de bruxas, lobisomens, boitatás, etc.
Tania Meyer cantou a música de sua autoria: O contador de histórias!
Antei com ela:

O contador de histórias,
Ilumina a imaginação...
(Bis)
Conta um,
conta dois,
Conta três...
Conta cada vez mais
Pra vocês...
(bis)
Todos estavam encantados ao final do Espetáculo!
Vejam só a expressão deste jovem!
Hora de ir ao coquetel cheio de gostosuras!
A escritora contista, Ana Esther a admirar o bolo da bruxinha maior.
Andrea a registrar este momento único, junta do sorrizão da nossa Madrinha.
Hora do PARABÉNS - Apagar a velinha é sempre uma emoção para mim.
Ascendeu outra vez - agora eu apago com a nossa Tania!
Ascendeu outra vez? Agora é com nós três!!!
Três desejos juntos, a força é bem maior. VIVAAAAAAAAAA...
HORA DE CORTAR OS BOLOS!
COM DIREITO A DISCURSO E A PRIMEIRA FATIA PARA A NOSSA VOZINHA!
SAUDAÇÕES, EMOÇÃO, EXPRESSÃO DE AMOR AO QUE FAZ - NÉ MADRINHA?
A VÓ DORA AJUDANDO A SERVIR OS CONVIDADOS.
DEPOIS VEI A HORA DO BEM-BOM
UMA PARADA PARA REGISTRO EM GRUPO.
OS JOVENS CURTIRAM E SE ENCANTARAM.
ANDREA HILL, SEMPRE COM O SEU SORRIZÃO. O SEO FRANKOLINO FOI DORMIR.
Tivemos no palco a nos acompanhar com fundo musical, o nosso amigo Manoel Ferreira, do Grupo de Poetas Livres, de Florianópolis. Ele e sua companheira, a poetiza Olga Postal sempre nos agraciar com suas presenças e colaborações musicais - o casal é amigo da ABCH.

Depois posto as demais filmagens e as fotos que solicitarei dos amigos.