terça-feira, 4 de agosto de 2015

27.07.2015 - Curso: “Espaço de Histórias”

Formação de Contadores de Histórias

Dia 24 de julho, na casa da Cristina com os materiais selecionados para a elaboração do conteúdo a ser trabalhado neste etapa.

INÍCIO DA 1ª ETAPA
DE 13 A 5 DE DEZEMBRO DE 2015

Ministrantes Voluntárias: Claudete T. da Mata e Cristina Magdaleno de Souza Lopes
Local: Centro Integrado de Cultura (CIC/FCC)
Cidade: Florianópolis/SC.

AULA DO DIA 27 DE JULHO
ENTRADA INICIAL:

1 - Cantiga de Boas-vindas: Sejam bem vindos!

O conteúdo inicial surgiu com a pretensão de levar os cursistas ao encontro do universo das suas pretensões por meio de narrativas fenomenológicas, como: Inicia o aprendizado ou revisar conteúdos por meio da palavra, ora falada, ora mediada, ora cantada, ora dançada, com ou sem trajetórias acumulativas (de repetição) – um momento que faz bem a todas as idades e os contadores, independente do nível de experiência de cada um. Sejam criança ou adulto, gente grande ou pequena, deste ou de todos os níveis do saber, as palavras faladas nos seus diferentes estilos de apresentação, trazem no seu bojo comunicativo os seus enredos em versos, prosas e poesias - todos cheios de histórias para contar, ouvir, viajar, interpretar, sentir e estar, sempre agradou o público desde os tempos mais remotos da humanidade, nas diversas civilizações, como faziam os primitivos, após as suas caçadas, tinham o hábito de se reunir nos seus habitats para narrar as suas aventuras, travessuras, fantasias – eles eram donos uma imaginação naturalmente desenvolvida.

Ainda temos os povos indígenas na preservação da cultura dos seus ancestrais; os povos do continente africano: os seus Griôs ou Griots, contadores de histórias que, ainda vivem a caminhar de aldeia em aldeia para contar as histórias às novas gerações. Eles vivem na África Ocidental, incluindo Angola, Mali, Gâmbia, Guiné, e Senegal, e estão presentes entre os povos Mandê ou Mandingas (Mandinka, Malinké, Bambara, etc.), Fulɓe (Fula), Hausa, Songhai, Tukulóor,Wolof, Serer, Mossi, Dagomba, árabes da Mauritânia e muitos outros pequenos grupos. A palavra pode ter se derivado da transliteração para o francês “guiriot” da palavra portuguesa, “criado”.

Até aqueles que pensam não ser esta uma arte capaz de educar a escuta, a concentração e atenção, estimular o imaginário e a criatividade, fazer pensar, desatar os fios da memória, sacudir as emoções, chacoalhar o corpo, sentir o pulsar das veias, acelerar o ritmo da voz e brincar com as palavras a cada mudança de seu ritmo e tipo de voz, repetir gestos, estar em movimentos e acompanhar a história junto ao contador, mexem com o imaginário e cutucam a criatividade de qualquer Ser, até mesmo dos maiores trogloditas. É de acordar os homens das cavernas.

OBJETIVOS DESTA ETAPA: Resgatar contos da tradição oral e da literatura contemporânea (palavras narradas, lidas e cantadas); arte de levar o público à imaginação pela força da palavra e da narrativa lida e cantada (mediação de leitura e arte de ouvir, soltar o corpo e se deixar levar pela narrativa nos seus diferentes estilos); arte de sair da zona de conforto e exercitar a consciência corporal e deixar o corpo aberto à arte de encantar o leitor - ouvinte com as histórias dos livros e os contos de tradição (exercícios de expressões corporais, tipos de voz, expressão olhar, desenho das imagens virtuais...), o papel da brincadeira com as palavras na hora do conto (múltiplas expressões na retratação do universo imaginário) e: Tempo da história X tempo do relógio. Sentar os fios da memória para pensar: Que contador de histórias você QUER SER? O que você ESPERA do seu processo de formação neste curso? Que tipo de história você gosta de OUVIR? Por que contar PALAVRAS cantadas? Quem ESCOLHE quem? Qual história eu devo ESCOLHER para contar? Como ORGANIZAR uma história antes de contar?

Até o quarto encontro, novatos e veteranos vão ver estas questões para ampliar os seus objetivos ao estarem envolvidos com as narrativas da tradição oral e dos contistas contemporâneos vivenciadas no curso.

Todos vão estar a propiciar o próprio processo de formação para o desenvolvimento do contador de histórias consciente que existe de cada um – lugar onde os novatos vão fomentar e interiorizar o aprendizado. E os veteranos ao se permitir, vão estar a refinar as suas práxis e ao também se permitirem socializar os seus saberes.

Vamos sacudir o gosto pelos contos nos seus diversos modos de narrar, gosto pelos livros e pela mediação da leitura animada, pesquisar, estudar outros autores. Vamos incentivar estas atividades de difusão cultural, capazes de contribuir com o despertar da sensibilidade humana, o imaginário consciente e o despertar da criatividade ao atuar com ética e estética. Em cena e em grupo, vamos socializar esta arte milenar.  

Os Griots ou Griôs - São os mestres que sabem de todos os fatos da antiguidade, como: as histórias passadas de boca-em-boca, de geração a geração; são vistos como os poetas, narradores orais, cantores e músicos do seu povo.

Diz a tradição, respeitada até hoje, que só pode ser um griô aquele que nasce numa família de griôs. Eles são contadores de histórias da África negra, que preservam o canto, a dança, o toque do instrumentos, em especial os de percussão, são belos cantores contadores de histórias reais, quando se faz necessário, exercem o papel de "sacerdotes" ou juízes, na presença de conflitos entre o seu povo. São verdadeiros "sábios", por natureza. O povo da África sabe respeitar os seus Griôs. Eles sabem ver o corpo como instrumento principal do contador-narrador, como base do potencial criativo. Para os Griôs:

Tudo ao nosso redor possui uma forma mental retratada em “palavra” – também com forma física – aquela forma que se reflete nos acontecimentos humanos (sociais).

Além de serem contadores viajantes, sem conhecimentos técnicos e teóricos, os Griôs buscam a criação do universo imaginário, ilustrados e enriquecidos em formas virtuais por meio da “arte de contar histórias”, onde cada qual no seu estilo é um narrador exímio, um  desenhista da palavra falada em gestos e emoções, um brincante incansável, um engenheiro do imaginário.

2 – Além de todos os objetivos, este curso também tem o propósito de promover o questionamento sobre questões internas que podem influenciar o lado de fora do contador. Por isto, há necessidade de levar os cursistas à descoberta e a redescoberta do corpo como instrumento de sensibilidade da palavra e todo o seu potencial de comunicação. Os participantes entrarão em contato com uma técnica simples e ao mesmo tempo precisa – Exemplo: Técnica da “dança do boneco duro”, que lhe servirá para exercício da consciência corporal e o corpo livre, mas comprometido com a história – a serviço da história, enquanto motor da linguagem e das suas sensações.

Havemos de cuidar dos verbos. Outra proposta é estar a rever, desenvolver e gerir suas emoções por meio de uma nova relação com o corpo mais livre e consciente com capacidade de concentração, atenção equilibrada na entrada, permanência e saída do conto em cena, quando o contador precisa manter o equilíbrio entre a tensão e o relaxamento – entre o brinquedo e a brincadeira, entre a coragem e o medo.

PRÁTICAS INICIAIS:

Exercícios de consciência corporal X expressão de sentimentos, projeção da voz para o refinamento da linguística (vocal), força do olhar e dos gestos na práxis do narrador oral;
Conhecer e rever as Narrativas da tradição oral e literatura contemporânea;
Como acontece o processo de escolha e a preparação do conto;
* Qual a influência da palavra metafórica dos contos na constituição do nosso mundo.

Dinâmicas de Grupo:
A prática da oralidade (Contar histórias) para muito pode ser uma dança narrativa cheia de coreografias onde as palavras necessitam estar em sincronia com o corpo e o corpo com a palavra - um comprometido com o outro – os dois a brincar cada qual no seu lugar – feito um par de dançarinos em cena - numa expressão entre a alma que move o corpo e o coração que solta a palavra – a fala, os movimentos, cada passo marcado, o foco narrativo com os gestos precisam caminhar juntos – associados à emoção e à plasticidade cerebral capaz de imaginar, criar e contar em cena – é o que constitui o contar de história.

3 – Dança do Boneco Duro!

Eu sou um boneco duro,
Duro que nem um pau...
quando mexe a cabeça,
Todo mundo faz igual...
(continua com outras partes do corpo e até o uso de elementos)

Eu sou um boneco mole,
Mole que nem mingau...
Quando mexo a cabeça,
Todo mundo faz igual...
(trabalha todas as partes do corpo em movimento ritmado)

4 – Mediação de Leitura do Baobá! Retratação de sentimentos que invadem o pensamento de quem sabe pensar.
(Ministrante Cristina M. Lopes na mediação de leitura animada: Lenda da Baobá)

Este é um de muitos Baobás existentes no continente africano. Você que ouviu a Cris nos contar sobre o que aconteceu com a lebre e a olhuda hiena, consegue imaginar o que existe na barrigona deste Baobá?
Dizem lá na África, que essa é uma árvore ao contrário: ela nasceu de abeça para baixo e vive a buscas todas as suas forças na energia do céu. Dentro dele habita um espírito. Será a alma penada da hiena? Com certeza, NÃO.



Os mais velhos mantem o costume de sentar-sem embaixo do Baobá para debaterem sobre assuntos importantes onde também tomam grandes decisões. Não é por acaso que essa árvore multiplamente milenar, é chamada ÁRVORE DA PALAVRA.
A lenda revela uma LEBRE orelhuda e respeitosa com a natureza.
É um Ser ágil, um animal pequeno, entretanto aparece em muitas histórias africanas. Por ser insistente nas suas buscas, geralmente consegue o que alcançar os seus objetivos. A esperteza a sua principal marca. Por ser um tanto pequena, acaba por ter que fazer uso da esperta inteligência, assim quase sempre consegue sair das enrascadas em que se compromete. Há outro Ser pequeno e tão esperto quanto a lebre, lá no coração da Mãe-África: a dona Tartaruga.

Outro Ser revelado nesta lenda, é a olhuda HIENA, que vive sempre de espreita, a tirar proveito de todas as situações. Ela não deixa nada pendente. É só saber de algo inusitado, lá vai a terrível tentar ter o que não é seu - mesmo que tudo esteja dentro da barriga de um Baobá.
Este é o livro escrito por Celso Cisto.
Cristina M. Lopes mediou a leitura com riqueza no jogo de voz, gestos sonoros, musicalidade, viagem para dentro da grande árvore, contou, levou os cursistas à imaginação, desenhou cada momento da lenda...
 Suas expressões ao retratar o próprio Baobá a falar com suas cem bocas...
 A interpretar suas personagens... A doce lebre a ouvir as cem vozes...
Mostrou a olhuda hiena com sua voz de bicho ganancioso...
Cristina ENCANTOU COM A ARTE DA MEDIAÇÃO DA LEITURA ao retratar o enredo como se estivesse dentro da história do "Coração do Baobá". Ela estava lá dentro da ÁRVORE DA PALAVRA. Caso não estivesse, ninguém teria visto tudo acontecer por meio da sua esplendorosa leitura. Nem precisamos folhear o livro. Ficou curioso? Agora é com você. Vá atrás do seu Baobá!
5 - Expressão do corpo e sentimentos – Os Carneirinhos! CD: Roda que Rola (Ponto de Partida (Grupo) e Meninos de Araçuaí) - Uma dinâmica de grupo onde a música conduziu os cursistas e os fez falar com o corpo, num momento de compartilhar um único elemento envolvido no jogo. Aqui começamos o trabalho do corpo que fala - do contador que permite deixar o corpo falar quando a história pede o silêncio que fala.

6 - Expressão do corpo e sentimentos – Os Carneirinhos! CD: Roda que Rola (Ponto de Partida (Grupo) e Meninos de Araçuaí) - Uma dinâmica de grupo onde a música conduziu os cursistas e os fez falar com o corpo, num momento de compartilhar um único elemento envolvido no jogo. Aqui começamos o trabalho do corpo que fala - do contador que permite deixar o corpo falar quando a história pede o silêncio que fala.
video
7 – Música: Flor de Maravilha (Domínio Público): Mais uma dinâmica para soltar o corpo. Contadores de histórias com ressalvas na hora da cena (RETRATAÇÃO DOS SENTIMENTOS POR MEIO DAS EXPRESSÃO VIRTUAL), podem impedir a estética da oralidade em sincronia com o estilo da linguagem. Contadores com tendência a ocultar determinados momentos do enredo, por faltar-lhe coragem de deixar o corpo falar, a linguagem narrativa corre risco de se desconectar em cena e deixar o narrador sem saber o que fazer por não estar livre para abrir suas cem bocas e as deixar falar.

8 - Mediação: História da Coca – Narrada por Elba Ramalho – Conto cantado, com o exercício da memória – estilo acumulativo. O momento para exercitar e mexer com os aspectos da memorização por meio do jogo de agrupamento acumulativo de elementos e suas particularidades na vida do personagem principal. Para cada elemento, um personagem...

História da Coca

Uma vez, um menino foi passear no mato e apanhou uma coca. Chegando em casa, deu-a de presente à avó, que a preparou e comeu. Mas o menino sentiu fome,e depois voltou para buscar a coca, cantando:

Minha avó, me dê minha coca,
Coca que o mato me deu.
Minha avó comeu minha coca,
Coca recoca que o mato me deu.

A avó, que já havia comido a coca, deu-lhe um pouco de angu. O menino ficou com raiva, jogou o angu na parede e saiu. Mais tarde, arrependeu-se e voltou, cantando:

Parede, me dê meu angu,
Angu que minha avó me deu
Minha avó comeu minha coca,
Coca, recoca que o mato me deu.

A parede, não tendo mais o angu, deu-lhe um pedaço de sabão. O menino andou, andou, encontrou uma lavadeira, lavando roupa sem sabão e disse-lhe: você lavando sem sabão, lavadeira? Tome este para você. Dias depois, vendo que sua roupa estava suja, voltou para tomar o sabão, cantando:

Lavadeira, me dê meu sabão,
Sabão que a parede me deu,
Parede comeu meu angu,
Angu que minha avó me deu.
Minha avó comeu minha coca.
Coca, recoca que o mato me deu.

A lavadeira já havia gasto o sabão: deu-lhe, então, uma navalha. Adiante encontrou um cesteiro cortando o cipó com os dentes. Então disse-lhe: você cortando cipó com os dentes!... tome esta navalha. O cesteiro ficou muito contente e aceitou a navalha. No dia seguinte, sentindo o menino a barba grande, arrependeu-se de ter dado a navalha (ele sempre se arrependia de dar as coisas) e voltou para buscá-la, cantando:

Cesteiro, me dê minha navalha,
Navalha que lavadeira me deu.
Lavadeira gastou meu sabão,
Sabão que parede me deu.
Parede comeu meu angu
Angu que minha avó me deu.
Minha avó comeu minha coca.
Coca, recoca que o mato me deu.

O cesteiro, tendo quebrado a navalha, deu-lhe, um cesto. Recebeu o cesto e saiu, dizendo consigo: Que vou fazer com este cesto? No caminho, encontrando um padeiro fazendo pão e colocando-o no chão, deu-lhe o cesto. Mais tarde, precisou do cesto e voltou para buscá-lo, com a mesma cantiga:

Padeiro, me dê meu cesto,
Cesto que o cesteiro me deu.
O cesteiro quebrou minha navalha,
Navalha que a lavadeira me deu...

O padeiro, que tinha vendido o pão com o cesto, deu-lhe um pão. Saiu o menino com o pão e, depois de muito andar, não estando com fome, deu o pão a uma moça, muito pobre. Depois, sentindo fome, voltou para pedir o pão à moça e cantou:

Moça, me dê meu pão,
Pão que o padeiro me deu.
O padeiro vendeu meu cesto
Cesto que o cesteiro me deu...

A moça havia comido o pão; não tendo outra coisa para lhe dar, deu-lhe uma viola. O menino ficou contentíssimo; subiu com a viola numa árvore e pôs-se a cantar:

De uma coca fiz angu,
De angu fiz sabão,
De sabão fiz uma navalha,
De uma navalha fiz um cesto,
De um cesto fiz um pão
De um pão fiz uma viola,
Dingue lindingue que eu vou para Angola,
Dingue lindingue que eu vou para Angola.
(Bia Bedran)

De volta à sala de cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), solicitei a todos que visitassem o nosso blog para lembrar a todos os participantes que:

Para guardar os contos dentro na barriga do nosso Baobá, é preciso que se explore o processo de repetição de cada episódio a ser narrado, quantas vezes for necessário, onde a música, o ritmo, a dança, uma maneira de iniciar e outra para terminar a história, também se faz necessário.


Cada contador de histórias, dentro do seu estilo próprio, convida a plateia para o iniciar da história, para participar, responder as perguntas de algumas histórias, brincar, imaginar, repetir os versos e também acompanhar o contador que gosta de cantas durante a narrativa.
video
9 - Música: Vou me banhar (Comadre Florzinha) – Para entrar no mundo sagrado das histórias e despir a alma ao abrir o corpo banhado. Este foi o momento em que todos conseguiram se mostrar um pouco. A fonte recebeu os seus banhistas e os deixou entregues à água acolhedora.

APÓS O BANHO,UMA PARADA PARA CONVERSAR SOBRE AS SUAS IMPRESSÕES:

10 - Receber as tarefas de casa: Exposição de dúvidas relacionadas ao conteúdo do dia 13 de julho.

- VOCÊ LEMBRA DE UMA HISTÓRIA OU CANTIGA DE INFÂNCIA QUE QUEIRA COMPARTILHAR?
 QUE CONTADOR DE HISTÓRIAS VOCÊ QUER SER?
- O QUE VOCÊ ESPERA DESTE PROCESSO NO CURSO?


TAREFA DE CASA: Escreva as suas impressões do encontro do dia 27 de julho, e manifestar em palavras na próxima aula.

Encerramento da aula da turma da tarde: 17h.

AULA DA SEGUNDA TURMA
DAS 19H ÀS 21H

Chegada do grupo da noite.
Albertina S. Fonseca e Natália Bueno (futuras acadêmicas da ABCH) A menina ao lado de Natália é irmã de seu noivo.
Agora é minha hora de tomar aquele banho. 
Cristina conversa com todos sobre o encerramento desse momento único. 
Depois do meu banho, o grupo ficou bem animado.  
Hora de deixar o palco organizado para a aula do dia 10 de agosto. 
Agora é hora de voltar ao mundo real.

TODOS OS TEXTOS DESTE BLOG SÃO ELABORADOS POR CLAUDETE T. DA MATA

Quem desejar obter conteúdos deste Blog, deve entrar em contato pelo email acadebrasildecontadoresdehist@gmail.com
(Não liberamos as nossas pesquisas em texto, para uso sem a nossa breve autorização)