quinta-feira, 12 de maio de 2016

Mediação de Leitura Animada e Roda de Conversação sobre as artes de Saci Pererê - 12 de Maio na Feira Catarinense do Livro

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)




Na Feira Catarinense do Livro, Andréa Rihl e Claudete T. da Mata, numa conversa saciseira com crianças curiosas e viajantes. Entre e veja tudo o que aconteceu por detrás dos bastidores da FCL com a interação da ABCH e o público visitante.

Nesse dia fui ao estande da Editora Paulus e comprei mais uma fonte de aprendizado que aqui deixo um pedacinho do que estou a aprender:

"[...] Ou seguir marchando, tentando pôr de lado o percebido... seguindo a vida do jeito dos outros... ou damos meia-volta, encontramos nossa força e PLIM... voltamos novamente para os nossos sentimentos e desejos e seguimos uma estrada mais parecida conosco!"

"Existe um rio sábio dentro de nós

Que não começa nem termina,

Que não respira nem sufoca,

Que não desiste nem separa,

Tem partes rasas e outras profundas,

Tem partes calmas e outras turbulentas,

Tem partes límpidas e outras escuras,

Existe um rio sábio dentro de nós chamado vida!"

(Autoria: Mônica Guttmann. O imaginário da criança dentro de nós. São Paulo - Ed. Paulus, 2011, página 106)



Tem mais contadores de histórias e mediadores do livro e da leitura a nos procurar, antes da Feira e durante a Feira para saber como deve agir para fazer parte da ABCH. Entretanto, ao ouvirem sobre o nosso comprometimento com a prática da oralidade e da leitura permanente, como meio de pesquisa e agregação do conhecimento voltado ao enriquecimento da nossa práxis, sempre na estrada a levar a nossa Confraria ao encontros dos nossos leitores ouvintes, muitos já não nos procuram mais. Na ABCH as portas estão abertas a todos os trabalhadores do universo sagrado... aquele por onde entramos de um jeito e ao sair já não somos mais os mesmos. Somos engenheiros do imaginário a dar vida aos seres atados, de repente não se sabe a quanto tempo estão à nossa espera para acordar, se desatar e viajar conosco a levar os encantos a todos os cantos do mundo. Não somos presos ao relógio do pulso, mas sim, vivemos o tempo de cada tempo sem lugar fixo, sem hora determinada. Em cena, tudo tem começo, meio e o clímax a provocar riso, choro, tremor, arrepios, medo e pavor até a catarse. (Claudete T. da Mata - Presidente de Honra da ABCH)