segunda-feira, 24 de outubro de 2016

13.10.2016 - Projeto: Tempo de Histórias - Um Dia de Criança no TAC!

(Sessão das 14h30 e das 19h)
Este projeto foi premiado pelo Edital¹2015, "Todos por um Brasil de Leitores".
No camarim, as narradoras estavam a se preparar.
 A plateia estava chegando aos poucos.
 Aos poucos, todos os bancos iam sendo ocupados.
 
 Dois minutos para iniciar...
 Cortina atenta e nosso Livro de Eventos a correr para as assinaturas.
É tempo de ouvir... E de se encantar, com tantas coisas lindas que temos pra contar....
 Tempo de histórias... Ativar a memória...
Tempo de alegria e voltar à fantasia... Tempo de poema, inventar o tema... Tempo bem gostoso de escutar com gozo, estes contadores de histórias... Estes contadores de histórias. E começaaaaaaaa.... 
 Era uma vez...
No tempo em que os animais falavam... 
 E antes de abrir a cortina, Raquel Mazera deu início ao conto da tradição oral - No Tempo em que os animais falavam. 
Em seguida, entrou a Sinhaninha com um conto indígena. 
 A lenda do dia e da noite!
Contador de histórias e futuro acadêmico da ABCH: Joel Vando Vigano
 Entra a Acadêmica ABCH: Andréa Cristine do Rozário
 O Anel do Rei
 Após o pescador ter encontrado o anel do rei na barriga do peixe, entra Claudete T. da Mata, com a mediação de leitura animada. 
Esta é a primeira mediação de leitura animada, num palco de teatro.
 Com o uso do elemento de cena: Bernuncinha, manipulada pela acadêmica Andréa Rihl.
Esta mediação de leitura animada, serviu aos integrantes do projeto de formação de contadores de histórias-mediadores do livro e da leitura animada, para que possam ter uma ideia do que é brincar com as narrativas, sem tirar e nem por, sem alterar a escritura do autor. 
Livro: OLÊ, OLÊ, OLÁ, A BERNUNCINHA VAI PASSAR. Autor: Fábio Aurélio Castilho, futuro Acadêmico da ABCH.
Filmagem: Filho da futura Acadêmica Raquel Mazera.
Fazer mediação de leitura anima, é uma arte que envolve técnicas teatrais, exercícios de consciência corporal, musicalidade, jogo de vozes a dar vida Às personagens no retratamento de cada ação...
Após esta apresentação, fechamos a sessão da tarde com a história do "Boi-de-mamão". 
Fábio Aurélio Castilho, chega e inicia a narração da história do Boi-de-mão.
 Elementos criados  por Fábio.  
 
 Criação do próprio narrador, com material reciclado.
 Olhe aí a Bernuncinha, gente.
 Dança da Bernúncia.
 Olê, olê, olê, olá...
 Dança do boi...
 Hora do urubu... Releitura: Fábio Aurélio Castilho.
Apresentação dos narradores a falar os contos narrados e suas autoroias. 
 O contador de histórias, desata a imaginação... Claudete T. da Mata
 Acadêmica Andréa Rihl e Seo Frankolino.
 
Fábio Aurélio Castilho 
 Raquel Mazera, futura acadêmica da ABCH.
 Público a ouvir os contadores de histórias, pelo "Tempo de Histórias" desta tarde de Outubro, no TAC.
 As Acadêmicas: Dora Duarte, Roseli Schutel e Andréa Rihl, sempre presente, cumprimentam a plateia.
 
 Idosos de uma Casa de Repouso de Florianópolis, foram ao TAC viver um Dia de Criança. As integrantes do projeto "Espaço de Histórias", atrás dos idosos, param para ouvir Claudete T. da Mata cantar aos velhinhos, a música da "Avozinha".
 De mãos enrugadas, já trementes...
 Com as lunetas sobre o nariz...
 A minha Avozinha, já sem dentes, contava histórias que me faziam feliz...
Branca de Neve e os Sete Anões,
João Ratão, Lendas Feudais...
Ali babá e os seus ladrões,
E tantas mais...
 Avozinha, vai lá só mais uma...
Conta que eu não faço ooo...
Conta aquela da Fada de Espuma,
Só mais uma, querida avó...
Antes de voltar para casa, alguns registros.  
Seo Frankolino, Andréa Rihl e uma Avozinha. 
 Dentro de cada corpo crescido, mesmo envelhecido, há uma criança que ainda gosta de ouvir histórias.
 
 A Acadêmica ABCH, Roseli Schutel e nossa amiga Salma.
Joel, Fábio, Salma, Claudete, Roseli, Dona Olga Posta.  Atrás está a Raquel Mazera.

SESSÃO DAS 19H: Primeiro Sarau Literário da ABCH
 
 O violonista Manoel Ferreira -  Amigo da ABCH, assim intitulado em 13 de novembro de 2015, chegou para nos acompanhar com fundo musical.
 Com sua amiga, a espanhola Célia, Sr. Manoel constituiu uma bela dupla nesta noite.
Claudete T. da Mata, presidente Nacional-Fundadora da ABCH, abriu o Primeiro SARAU LITERÁRIO DA ABCH, no Teatro Álvaro de Carvalho, na companhia de integrantes do "Espaço de Histórias", amigos contadores de histórias, escritores, cantores e poetas.
À tarde, todos os lugares foram ocupados - lotação completa. À noite, sendo o primeiro Sarau Literário, foi normal ter poucos simpatizantes da ABCH, em especial, dos contos, das escrituras, da música e da poesia.
 Claudete e Roseli, juntas, abriram o Sarau com a música "O Contador de Histórias".
O contador de histórias, ilumina a imaginação... (BIS)
Conta uma,
Conta duas,
Conta três,
Conta cada vez mais pra vocês (BIS)
 (Composição: Acadêmica Tania Meyer) 
 Era uma vez!!!
 Confreira Roseli narrou um conto da tradição oral: do tempo em que a vovozinha, para se livrar do Lobo Mal, se escondeu dentro de um "porongo", conhecido em algumas regiões como "catutuo". É uma versão bem divertida, cheia de curiosidades, de medo, mistérios da vovozinha a enganar o Seo Lobo. 

 A nossa Amiga/ABCH, Olga Postal, entra cantando e dançando a Lenda do Arco-íris.
 ... Os sonhos realizar.
 A dupla, Manoel e Célia, entre uma história e outra narrativa - uma música.
O Homem sem Sorte... De domínio público.
 Após nossa futura Acadêmica Raquel Mazera...
 Entrou a Integrante do Curso Espaço de Histórias a cantar um conto de sua terra...
Chalana...
Mais uma vez da "Avozinha"...
  Sobe em cena com um conto de família, o Integrante do "Curso Espaço de Histórias".
Era uma família... Jaime Darolt
 E assim terminou esta história, comigo aqui a contar.
 Depois, foi a vez da Confreira roseli trazer...
 "O Segredo da Princesa"
 Entrada da poetisa Vera Portella, com a mediação de um de seus poemas.
 Logo, a Presidente de Honra da ABCH retornou com a "mediação de leitura animada", do livro "A Bruxa mais velha do Mundo. Autoria de Elizete Lisboa, de Belo Horizonte.
O ilustrador, José Carlos Aragão, diz nunca ter acreditado em bruxas. Porém, revela que desde criança convive com elas. O que ele não sabia era, que ao crescer seria chamado para desenhar justo esta história. Ele ficou feliz.
 Longe daqui, num alto da serra, morava a bruxa mais velha do mundo...
  Essa bruxa, que já fez pra lá de mil aniversários, [...]
Querido leitor, peço sua compreensão, não posso dar continuidade à história, por requerer a liberação da autora. É uma história linda, cheia de momentos surpreendente. É uma história do tipo: "Conta outra vez?" 
  Uma parada para mais uma música.
 Luana, integrante do Espaço de Histórias, foi chamada e subiu ao palco a narrar uma histórias africana. 
 A plateia ficou atenta à narratividade cheia de encanto na voz da contadora.
 Essa menina saiu do colo do pai e foi se sentar mais próxima de Luana.
 Voz forte a dar vida, tempo, espaço e movimento à histórias...


 Hora do escritor Sinval Silveira narrar uma histórias. Ele é um contador de histórias do cotidiano de pessoas que um dia passaram por sua vida.
 Suas histórias são bem interessantes. Ele consegue levar o público numa viagem cheia de risos e "ÓÓÓÓÓ..."
 
 O fechamento foi ao som de violões e cantoria. 
 Todo mundo conta suas histórias. Umas guardadas há muito tempo, outras aprendidas faz dias, algumas sonhadas e outras lá do tempo que não volta mais. E todos, cada qual no seu estilo: contando, cantando, poetizando... vai levando o encantamento de cada conto a toda a gente. 

Texto: Claudete T. da Mata, Presidente Nacional-fundadora da ABCH
Ação sem fins lucrativos.