segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

MINHA CASA TERRESTRE

Sobre minha casa terrestre, pousa pássaros diversos: sabiás, canários, bem-te-vis, pombas rolas, pardais, andorinhas, correcas, chupins, gaviões e anús. Sempre vem um por vez, quando o confronto não se estabelece entre algumas espécies. 
O gavião, por exemplo quando chega, os demais somem. Só as minhas calopcitas que ficam em desespero sem saber que o Senhor Gavião só fica a lhes desejar com o bico cheio de imaginação.

A Senhora Sabiá, estica o peito a soltar a sua melodia, sempre próximo das cinco horas da manhã. Também solta o canto de "Boa Noite... próximo das dezoito hora. É incrível o seu segundo canto. É de desperta saudades e coçar os fios da memória...
A Dona Correca construiu seu ninho no vão do telhado da minha área de bagunça. Ela faz o seu reco-reco-reco todas as horas de tratar os filhotes, mesmo com uns insetos maiores que o seu próprio bico ela consegue anunciar a sua presença. É um encantamento só, lá dentro do ninho. Só dá pra ver alguns biquinhos de fora à espera do delicioso alimento. Outro dia um filhote caiu no chão e a mãe ficava a lhe dar proteção. Até que ele conseguiu voltar ao ninho.
A Dona Chupim tem costume de por os seus filhos no ninho dos outros. Em outra ocasião, na Primavera de 2015, ela colocou dois filhotes no ninho da D. Correca que os criou sem preconceito. Os dois ficaram gigantes, maiores que os pais e os dois irmãos adotivos. Meu marido tirou um deles do ninho e ganhou algumas bicadas da Dona Correca. O jeito foi colocar o filhotão de volta ao ninho.
Os canarinhos sempre procriam nas carinhas colocadas na parede. Lindo de ver a atenção dos pais aos filhos. Em dia de vento e chuva eles não cantam.
Os jovens pardais e seus pais são de Famílias numerosas. Quando chegam, vem em bando, numa só barulheira. São tantos PIO PIO PUO... de embaralhar os ouvidos da gente... Eu gosto de recebê-los porque sei que, sempre após uma ameaça de temporal, se eles chegam logo o tempo começa a clarear...
O Sr. Bem-te-vi quando chega a abrir as suas asas, após a calmaria de um momento de chuva, em seguida o céu volta a ficar azul e branco. Minha Vó Filomena foi quem me ensinou sobre o esgaçar das asas de um Jovem ou um Senhor Bem-te-vi.
Agora, por exemplo, aqui em Florianópolis o tempo fechou com vento forte e muita chuva. Logo, após o acalmar do Senhor Tempo, chegou o Bem-te-vi com seu canto a esgaçar as asas olhando para o céu. Atrás dele veio uma turma de pardais numa cantoria só. É incrível o saber humano popular: o vento e a chuva se foram e o Sol soltou seus raios. Os fios elétricos ficaram enfeitados de pássaros.
Querem saber mais? Uma menina vai contar mais no Livro com Lançamento neste ano. Em breve você será convidado. O livro tem crianças perguntadeiras...
A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé e atividades ao ar livre
Sobre minha casa terrestre, pousa pássaros diversos: sabiás, canários, bem-te-vis, pombas rolas, pardais, andorinhas, correção, chupins, gaviões e anús (Aquele pássaro agourente). Sempre vem um por vezes, quando o confronto não se estabelece entre algumas espécies. 
O Sr. Gavião, por exemplo quando chega, os demais somem. Só os meninos calopcitas que ficam em desespero sem saber que o Senhor Gavião só fica a lhes desejar, com o bico cheio de imaginação.

A Dona Sabiá solta a sua melodia próximo das cinco horas e um canto de boa noite, próximo das dezoito hora. É incrível o seu segundo canto. É de desperta saudades...

A Dona Correca construiu seu ninho no vão do telhado da minha área de bagunça. Ela faz o seu reco-reco-reco todas as horas de tratar os filhotes, mesmo com uns insetos maiores que o seu próprio bico ela consegue anunciar a sua presença. É um encantamento só, lá dentro do ninho. Só dá pra ver alguns biquinhos de fora à espera do delicioso alimento. Outro dia um filhote caiu no chão e a mãe ficava a lhe dar proteção. Até que ele conseguiu voltar ao ninho.
A Dona Chupim tem costume de por os seus filhos no ninho dos outros. Em outra ocasião, na Primavera de 2015, ela colocou dois filhotes no ninho da D. Correca que os criou sem preconceito. Os dois ficaram gigantes, maiores que os pais e os dois irmãos adotivos. Meu marido tirou um deles do ninho e ganhou algumas bicadas da Dona Correca. O jeito foi colocar o filhotão de volta ao ninho.
Os canarinhos sempre procriam nas carinhas colocadas na parede. Lindo de ver a atenção dos pais aos filhos. Em dia de vento e chuva eles não cantam.
Os jovens pardais e seus pais são de Famílias numerosas. Quando chegam, vem em bando, numa só barulheira. São tantos PIO PIO PUO... de embaralhar os ouvidos da gente... Eu gosto de recebê-los porque sei que, sempre após uma ameaça de temporal, se eles chegam logo o tempo começa a clarear...
O Senhor Bem-te-vi quando chega a abrir as suas asas, após a calmaria de um momento de chuva, em seguida o céu volta a ficar azul e branco. Minha Vó Filomena foi quem me ensinou sobre o esgaçar das asas de um Jovem ou um Senhor Bem-te-vi.
Agora, por exemplo, aqui em Florianópolis o tempo fechou com vento forte e muita chuva. Logo, após o acalmar do Senhor Tempo, chegou o Bem-te-vi com seu canto a esgaçar as asas olhando para o céu. Atrás dele veio uma turma de pardais numa cantoria só. É incrível o saber humano popular: o vento e a chuva se foram e o Sol soltou seus raios. Os fios elétricos ficaram enfeitados de pássaros.
Vou lhes falar: uma menina vai contar mais no Livro que vou lançar até o final deste semestre/2017. Em breve você será convidado. O livro tem crianças cristais e perguntadeiras...
Claudete T. da Mata